Todas as grandes empresas que lidam com o consumidor por meio de um Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), cobrança, campanhas de CRM, redes sociais, WhatsApp, entre outros canais, contratam diversos prestadores de serviços, entre call centers e outras assessorias, para realizarem as tarefas. Todos esses players geram um volume gigante de dados que geralmente são analisados por uma equipe com cerca de quatro dias de atraso, o que impede que a empresa tenha uma visão exata das operações.

Esse foi o gargalo encontrado pelo engenheiro de dados Gabriel Camargo após anos de experiência na área de Tecnologia da Informação para empresas de Telecom. Ele resolveu utilizar seu skill no mercado de contact centers e cobrança, aliado aos conceitos práticos de Big Data, Inteligência Artificial e Machine Learning para empreender.

Em junho de 2015 criou a Deep Center, para oferecer ao mercado uma plataforma de gestão de informação para grande volume de dados e posições de atendimento ao consumidor.

O carro chefe da empresa é a solução Discovery, que chegou para superar um grande desafio do mercado: coletar, limpar, normalizar e integrar dados estruturados ou não estruturados em uma fábrica de Big Data, independentemente de sua diversidade e da quantidade de fontes e assessorias. Isso feito, ela passa a entregar ao gestor desde a visão global do negócio em tempo real, até o detalhe das interações com os clientes.

“A nossa proposta foi trazer novos insights como a melhor hora para cobrar um inadimplente, qual o meio mais eficiente e, sobretudo, como se antecipar para evitar a perda de um cliente. Ou seja, são informações valiosas para os tomadores de decisão, que até então não eram disponíveis aos contratantes dos contact centers, e que passaram a ser acessíveis em tempo real”, afirma Camargo.

Resultados e expectativas
Com a proposta inovadora e a demanda do mercado aflito com a crise econômica, Gabriel explica que a Deep Center cresceu organicamente e de forma escalável, ampliando as operações em cerca de 400% a cada trimestre, com base nos resultados apresentados e comprovados pela tecnologia: 75% na redução da força de trabalho via automação e 32% na agilidade para a tomada de decisão.

“Apenas os reflexos desses dois pontos isolados já significam para as empresas ganhos monumentais em termos de lucratividade e eficiência, acompanhados de uma enorme redução de custos. Isso torna nossa solução ainda mais atraente, pois seu baixo custo e rápida implantação tornam praticamente imediato o retorno do investimento”, completa o executivo.

A Deep Center conta, atualmente, com cerca de 20 clientes, entre grandes instituições financeiras, e espera chegar aos 100 até o final deste ano.

Outras notícias

Atento divulga resultados de 2017

Estudo da iProspect mostra potencial da busca por imagem do Pinterest para a comunicação das marcas

Grupo Services registra crescimento de 35% em 2017