Está disponível o primeiro Anuário Brasileiro de Cobrança, com dados completos e atualizados do setor. A publicação traz um panorama das principais empresas e executivos do segmento, uma análise sobre a diversidade dos modelos de cobrança no mundo, além de entrevistas com 12 especialistas que opinam a respeito do momento econômico atual e das tendências para o futuro em termos de tecnologia e modelos de negócios.

O Anuário inclui um estudo exclusivo desenvolvido pelo Instituto Noz, Pesquisa e Inteligência junto às empresas participantes do Anuário de Cobrança 2016, que revela uma boa sensação de otimismo no segmento. Todas as companhias consultadas apostam no aumento do crédito em 2017 e 60% delas planejam investir em tecnologia.

Além disso, o trabalho aborda aspectos estruturais de 24 das principais recuperadoras de crédito, como as modalidades de cobranças que praticam, o tipo de produto, formatação do quadro de funcionários, entre outros dados. Mantendo-se fiel ao objetivo analítico do Anuário, o guia traz ainda a opinião de cada empresa sobre como será o desempenho da economia e do próprio mercado em 2017.

O Anuário de Cobrança é uma iniciativa do Instituto GEOC – que representa 16 empresas que juntas respondem por 30% do mercado de recuperação de crédito do Brasil – e da Altitude Software – um dos maiores provedores globais de soluções omnicanal para melhorar a experiência do cliente. Foi desenvolvido pela Cantarino Brasileiro, referência nesse tipo de publicação com cases de sucesso como o Anuário Brasileiro de Bancos, já na 12ª edição, e o Anuário Brasileiro de Canais de Pagamento e Cartões.

Empresas apostam na cobrança digital para aumento de produtividade
Tecnologia é um dos temas de destaque do Anuário. As apostas otimistas se baseiam na inserção do segmento na era da cobrança digital e em ajustes de processos para obter ganhos de produtividade. Para o presidente da Altitude para América Latina, Frederico Dias, a uberização da cobrança é um caminho sem retorno. Em uma entrevista exclusiva, ele avalia que no Brasil existem empresas muito avançadas em termos de soluções tecnológicas de cobrança digital omnichannel, mas também há companhias que ainda discutem se vale a pena inserir tecnologia para incrementar seu processo de cobrança manual. “As empresas tradicionais possuem um know-how talvez bem maior para aportar conhecimento a esse processo da digitalização da cobrança e certamente empresas de tecnologia como a Altitude passam a ter um papel estratégico, fundamental para que, por meio de parcerias estratégicas com as empresas, consigam acelerar o processo de digitalização da cobrança ou de sua uberização”, analisa.

Em outro bate-papo exclusivo, o presidente do Instituto GEOC, Jefferson Frauches Viana, explica porque os desafios do setor no Brasil ainda são grandes. Ele fala sobre fintechs, jovens inadimplentes, a inserção do Marketing no processo de cobrança, como identificar o melhor canal e entender o melhor momento para falar com o inadimplente e analisa as importantes conquistas do Instituto GEOC ao longo dos últimos 10 anos. “O grande desafio é ampliar a percepção de valor do Instituto reafirmando nossa posição de referência na indústria de cobrança. O IGEOC precisa ser visto como uma entidade que traz ganhos reais para a indústria como um todo”, finaliza.

Para acessar o Anuário de Cobrança 2016, clique aqui.

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