O Agibank acaba de anunciar as suas iniciativas em apoio aos mais de 1 milhão de clientes da instituição durante a pandemia. Entre as medidas estão um novo produto de seguro de vida, que subsidia a compra de medicamentos, e a possibilidade de refinanciamento em canais alternativos.

O novo seguro, fruto da recente parceria com a seguradora Generali, tem baixo custo de aquisição e oferece, sem carência, o valor de 150 reais para compra de medicamentos em farmácias para cada consulta de emergência realizada. Já o refinanciamento de empréstimos poderá ser realizado pelo cliente diretamente no caixa eletrônico, por telefone e no aplicativo, com menores taxas e maior prazo para pagamento.

O Agibank também oferecerá para clientes com a fatura do cartão de crédito em dia a condição de parcelamento das faturas com vencimento a partir de 15 de abril, com juros reduzidos para 1.99% a.m. Outra novidade será a concessão de novos limites de cartão de crédito para aqueles clientes que até então não tinham nenhum limite, o que vai na contramão dos cortes ou do aumento dos custos com o crédito observados em alguns bancos e fintechs.

"Em momentos como esse reforçamos o nosso compromisso de estar sempre ao lado do cliente, em todos os canais. A nossa condição de ter presença digital e física é um valor muito importante, pois garantimos o autoatendimento para quem prefere e não descuidamos daqueles que ainda precisam do atendimento presencial para resolver as suas necessidades financeiras. Pagamos benefícios, salários, logo somos um serviço essencial, que deve ser garantido à população", comenta Marciano Testa, CEO do Agibank.

Para quem está com dificuldade financeira ou ainda busca conversar sobre algum tema específico, foi disponibilizada uma equipe exclusiva na central de atendimento do Banco. Além disso, uma boa parcela da base de clientes da instituição está recebendo ligações dos colaboradores apenas para tranquilizar, bater um papo e prestar assistência. "O atendimento é um diferencial do Agibank e a atenção ao cliente nos momentos de dificuldade tem ainda mais valor. Afinal, não podemos desacelerar quando as pessoas mais precisam", afirma o CEO.

Desde o início da quarentena no Brasil, a instituição migrou 100% dos colaboradores da sua sede e do seu call center para o modelo de home office, mantendo os colaboradores em atendimento nos pontos físicos, sempre em acordo com os protocolos de segurança e prevenção necessários, o que inclui escalas, horários reduzidos, entre outros. Além disso, os colaboradores também vão usufruir do benefício para compra de medicamentos ao longo dos próximos 6 meses.

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