O movimento de se mudar para o interior do país tem sido uma ótima opção para quem busca melhores posições profissionais. A mudança, que pode ser muito positiva, tem o objetivo de alcançar menor custo de vida e buscar crescimento na carreira, e já é uma tendência em meio a trabalhadores de diversos setores que não têm medo do desafio da recolocação profissional longe das grandes metrópoles, pensando em uma vida mais satisfatória.  

É o caso da superintendente da Flex RR, Marina de Miranda, que entrou na empresa em 2012 como consultora de comunicação e marketing, até se tornar gestora da área meses depois. No ano seguinte, assumiu o desafio de ir para a área de operações e um ano depois saiu de Florianópolis para assumir a unidade na cidade interiorana de Xanxerê como gerente geral. Casada há cinco anos, Marina diz que teve o apoio da sua família e do marido, que é autônomo, ao decidir sair de Florianópolis para se mudar para uma cidade pequena. “Minha família e meu marido entenderam que era a oportunidade que eu procurava, e que aquele momento da minha carreira era o certo para uma mudança, então tomamos essa decisão juntos. No início foi difícil, principalmente pela falta que sentíamos da nossa família e dos amigos, mas com o tempo, começamos a cultivar novas amizades, a nos permitir conhecer novas pessoas e entender que a nossa vida enquanto casal passaria por uma transformação durante o período em que estivéssemos em Xanxerê”, declara. Hoje em dia, se diz muito feliz e realizada na vida pessoal e profissional.

Já Joseph Lee Kulmann, superintendente da Flex, com 22 anos recebeu um convite de uma empresa de São Leopoldo-RS e foi apostando na chance de crescer profissionalmente.  “Foi uma grande mudança na minha vida. Tive que manter um relacionamento à distância, passei a morar sozinho, mudei de cidade, de empresa, além de estar em um cargo novo. Não foram momentos fáceis”, conta. E mesmo com a pressão da família para que ele retornasse a Florianópolis, Joseph decidiu ficar em São Leopoldo até se tornar o melhor gerente da empresa, e a oportunidade de trabalhar na Flex e voltar para sua cidade, surgiu por conta desse desafio e aprendizado em uma cidade menor.

Para aqueles que têm medo desse tipo de mudança, o superintendente aconselha dizendo que esse novo momento pode significar apenas um passo na carreira e não o objetivo final. “Vale a pena apostar, vale a pena fazer essa mudança apesar das dificuldades, porque às vezes é necessário trilhar caminhos difíceis para se chegar onde quer. Eu cresci muito pessoal e profissionalmente ao me mudar, foi fundamental para a minha carreira e agora estou de volta na minha cidade, na posição almejada e com uma grande bagagem de experiências”, incentiva Joseph.

Além de Florianópolis, a Flex possui uma unidade em Xanxerê e duas unidades em Lages, no interior do estado, e em São Paulo conta com cinco unidades, uma delas inaugurada recentemente na Zona Leste da capital. A localização dos sites da Flex faz parte do projeto de expansão e interiorização idealizado pelo presidente da empresa, Topázio Silveira Neto. O objetivo do executivo é levar as operações de contact center – setor que hoje emprega mais de 1 milhão no país -, como opção de desenvolvimento para pequenas e médias cidades e também oferecer oportunidades tanto para aqueles que buscam o primeiro emprego até os que querem retomar ao mercado de trabalho ou galgar novas posições.

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