A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, aparece no Ranking FDC das Multinacionais Brasileiras 2016, divulgado pela Fundação Dom Cabral, como a 5ª empresa brasileira mais internacionalizada. Embora mantenha a mesma posição do ano passado, a Stefanini avançou nos critérios de avaliação sobre o número de países onde a empresa está presente e índice de ativos, ocupando a liderança do ranking nessas duas categorias.

Ao longo de 2015, a estratégia da Stefanini se manteve focada na consolidação das aquisições internacionais e no aumento de investimentos estrangeiros no país. Adicionalmente, a empresa está ampliando os esforços de internacionalização – hoje está presente em 39 países – e reforçando a sua marca como referência em inovação.

Atenta às principais tendências tecnológicas que poderão auxiliar seus clientes no processo de transformação digital, a Stefanini conta com uma estrutura robusta para implementar mudanças que preparem as empresas para a era da Internet das Coisas e da Indústria 4.0, reunindo o que há de mais moderno em inteligência cognitiva, plataformas de fidelização, robotics, BPO, dentre outras soluções.

Com faturamento global de R$ 2,6 bilhões no ano passado, a multinacional brasileira espera fechar 2016 com um crescimento de 11%. Este ano a Stefanini adquiriu a empresa colombiana Sysman, anunciou a fusão da coligada VANguard, especializada em governança de TI, segurança e Service Management com a Scala IT, além da joint-venture com a empresa israelense Rafael.

Em 2015 foram cinco movimentações importantes: fusão com a IHM Engenharia, joint-venture com a Tema Sistemas para criação da Stefanini Capital Market, lançamento da Inspiring, braço de telecomunicações da Stefanini; criação de escritório em Ontário, no Canadá, e aquisição de 40% da gaúcha Saque e Pague com o objetivo de oferecer serviços inovadores para o varejo.

“A internacionalização é um dos pilares de crescimento da Stefanini. Estamos sempre observando novas oportunidades que possam agregar soluções inovadoras ao portfólio da companhia, de forma a promover o business transformation dos negócios de nossos clientes, tanto do ponto de vista da qualidade da oferta quanto da redução de custos”, afirma Marco Stefanini, CEO global do Grupo Stefanini.

Realizado anualmente, desde 2006, o Ranking FDC das Multina­cionais Brasileiras tem explorado diversos temas relacionados à internacionalização de empresas e disponibilizado dados e refle­xões sobre a trajetória das multinacionais brasileiras, os desafios enfrentados por elas, assim como as tendências da gestão inter­nacional. A pesquisa permite entender as estratégias internacionais adota­das e os resultados alcançados, gerando conhecimento relevante para as empresas.

Em sua 11ª edição, ele traz como tema específico de pesquisa o processo de tomada de decisões estratégicas, táticas e operacionais na internacionaliza­ção das empresas brasileiras. A FDC considera de fundamental importância refletir sobre o grau de autonomia de que usufruem as subsidiárias das empresas no exterior, considerando que esse é um fator crítico para a velocidade e adaptação aos diversos mercados.

Presença global da Stefanini

  • Atuação em 39 países, 96 escritórios em 87 Cidades, 35 idiomas
  • Mais de 21.000 funcionários
  • Brasil: 12.000
  • América Latina: 2600
  • América do Norte: 2500
  • EMEA: 2.300
  • APAC: 1.800
  • 1ª filial foi inaugurada em 1996, na Argentina, projetando a Stefanini como a primeira multinacional brasileira da área de tecnologia
  • A Stefanini chegou aos Estados Unidos em 2001
  • Na Europa, a primeira filial foi na Espanha, em 2003
  • Chegou na Índia em 2006 e nas Filipinas em 2011
  • Em 2010 a Stefanini dá um importante passo rumo à internacionalização ao adquirir a Tech Team

Em 2015 foram cinco movimentações:

  • Fusão com a IHM Engenharia (Fevereiro)
  • Joint-venture com a Tema Sistemas para criação da Stefanini Capital Market (Março)
  • Lançamento da Inspiring, braço de telecomunicações da Stefanini (Junho)
  • Criação do escritório em Ontário, no Canadá (Junho)
  • Aquisição de 40% da Saque e Pague (Agosto)

Em 2016:

  • Aquisição da empresa colombiana Sysman, especializada em ERP para Governo;
  • Fusão com a Scala IT (por meio da coligada VANguard)

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