A CSU apresentou, no primeiro trimestre de 2016 (1T16), um lucro líquido de R$ 8,2 milhões. O valor, que representa mais que o dobro do registrado no mesmo período de 2015, foi impulsionado pelo crescimento da receita bruta da Companhia, que totalizou R$ 134,6 milhões no 1T16, expansão de 10,1% em 12 meses e de 5,8% na comparação com o trimestre anterior, acima dos custos apresentados no trimestre.

A receita líquida alcançou os R$ 121,9 milhões nos três primeiros meses do ano, um aumento de 8,3% em relação ao 1T15 e de 4,6% sobre o 4T15. O EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 23,5 milhões no 1T16, recorde histórico da Companhia, representando uma expansão anual de 47,5% e de 19,0% sobre o 4T15.

“Mais uma vez a CSU conseguiu apresentar resultados consistentes mesmo em um cenário econômico incerto. Por meio da ampliação de negócios já existentes, continuamos evoluindo em todas as linhas de negócios e seguimos com a estratégia de investimentos atrelados à expansão dos negócios e uma rigorosa política de controle de custos”, afirma o CFO da Companhia, Ricardo Ribeiro Leite.

Com relação ao desempenho operacional, a CardSystem, divisão especializada no processamento de meios eletrônicos de pagamento, encerrou o trimestre com 22,0 milhões de cartões cadastrados, crescimento de 19,0% em 12 meses e de 1,9% no trimestre. Com isso, a unidade de negócios CSU CardSystem, que engloba também a divisão focada em programas de fidelidade, marketing de relacionamento e e-commerce, MarketSystem, além da divisão CSU ITS, voltada à terceirização de tecnologia, foi responsável por 55% do faturamento bruto e 93% do EBITDA consolidados.

Na unidade CSU Contact, apesar do impacto causado pela retração de consumo em todo o mercado de contact center, o número médio de posições de atendimento (PA’s) apresentou leve crescimento em relação ao último trimestre de 2015. A unidade, que apresentava 2.462 PA’s médias faturadas no 4T15, encerrou o primeiro trimestre com 2.476 PA’s, uma evolução de 0,6%. “Isso significa que nossa estratégia de priorizar operações mais complexas, com margens sustentáveis para os negócios da Companhia tem possibilitado resultados positivos, mesmo com uma economia retraída”, diz o CFO.

Para a diretora de Relações com Investidores, Renata Oliva, o ambiente econômico atual torna o planejamento futuro desafiador. “A CSU se posicionou de maneira assertiva ao diversificar seus negócios e passar a não depender apenas de um setor da economia, permitindo evoluir e entregar resultados consistentes, mesmo em um período de instabilidade política e econômica”, explica a executiva.

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