Segundo levantamento da UBS Evidence Lab, o Brasil pode ter cerca de 60 milhões de contas em bancos digitais. O crescimento do setor, que também foi impulsionado pela pandemia do coronavírus, está exigindo novos profissionais para atendimento desta área - principalmente para o contact center, que trata do relacionamento com cliente e vê o atendimento às “Contas digitais” como nova especialidade e exigência para o mercado.

De acordo com a superintendente de negócios digitais da TEL, Mitsu Gondo, é extremamente necessário que o contact center acompanhe as tecnologias e tendências de mercado, pois o cliente está cada vez mais exigente, e o atendimento personalizado entra nesta evolução. Neste ponto, segundo a especialista, o profissional de call center também está evoluindo em capacitação para dominar o processo de relacionamento com o cliente.

“O setor de contact center é uma das áreas que mais investe em tecnologia, automação de processos e inovações. Para o atendimento de contas digitais, o profissional precisa conhecer o que há de mais moderno no processo de relacionamento com o cliente, por meio da voz, canais digitais, aplicativos, vídeos, agentes virtuais e a plataforma de omnicanalidade”, explica Mitsu.

Sem as agências físicas, o contact center é um braço no atendimento dos bancos, logo o operador de atendimento precisa ter conhecimento sobre os canais digitais, redes sociais, além de entender sobre o sistema bancário básico como o pix, empréstimos e a baixa bancária. “O operador de telemarketing de contas digitais, diferente de outras modalidades, precisa ter uma visão mais abrangente do mercado digital, facilidade de se comunicar em todos os canais, além de dominar a usabilidade”, comenta Mitsu.

Quando o assunto é ajudar clientes com soluções, Mitsu destaca que esses profissionais são responsáveis por mostrar cenários menos burocráticos dentro do mercado digital, como “virar a chave” na esfera digital e direcionar os clientes para que percebam a facilidade e simplicidade com toda segurança na palma da mão. “Eles ensinam que há autonomia total sobre as próprias movimentações financeiras de qualquer lugar do mundo através do celular, por exemplo”, explica.

Atualmente, esse cargo requer nível superior, em curso ou completo, nas áreas de exatas como administração, contabilidade e economia. A remuneração média de mercado é de R$ 2.200 para 6h diárias, atrelada a benefícios como: assistência médica, assistência odontológica, vale-refeição e vale-transporte.

No momento, há 40 vagas em aberto para o atendimento de contas digitais da Cátedra, empresa especializada em formação profissional, que faz parte do mesmo grupo de empresas onde a TEL está inserida. As oportunidades são para São Paulo e os candidatos interessados podem ter mais informações no https://bit.ly/2QY6rbf, preenchendo os dados solicitados.

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